Buenos Aires
Craft Hi End comunica:
somos los importadores y representantes en Argentina
de los refinados amplificadores híbridos
(válvulas + transistores)
Pastoral Hi End Audio diseñados y construidos por y para audiófilos:
LISTA DE PRECIOS
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PRODUCTO |
PRECIO SUGERIDO DE VENTA AL PÚBLICO U$S |
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EQUIPOS |
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· Amplificador estéreo modelo Murano. 35+35W RMS Hibrido de 2 válvulas |
3.800 |
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· Cajas acústicas TIMBÓ. 25 w/ch. Single driver Fostex 4” de Alto Rendimiento |
4.200 |
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REPUESTOS Y ACCESORIOS GARANTIZADOS |
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Válvulas de repuesto 6SN7-GT-B |
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· Marca G.Electric USA. Años 70. Apareadas. Sólo se venden a propietarios de productos Pastoral Audio Vida estimada: 5000 horas: el par |
200 |
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· Marca Sovtek Rusia. Apareadas. Nuevas de producción actual. Vida estimada: 3000 horas: el par |
120 |
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Patas antivibratorias y aislantes H.E. |
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· Juego de 4 patas con sistema de acople por rodamiento. Tornillo de fijación Allen de 6mm, el juego de 4 unidades
Pueden ser usados en cualquier equipo de audio, en sustitución de las patas originales |
400 |
Construcción diseño y sonido “Top” High End
De real calidad de
construcción Hi End, el armado artesanal y los materiales empleados en el "Murano"
son super refinados
Con sonido suave, musical y
extremadamente detallado, cumplen con todas las expectativas para el que busca
un amplificador a válvulas de media potencia pero sin ninguno de sus problemas:
en un híbrido super estable, maneja 4 ohms o menos, no calienta, es muy silenciosos y un
placer usarlo
En BACH creemos que el
Pastoral “Murano” es el primer amplificador de precio lógico y con una potencia, sonoridad
y dinámica más que suficiente para hacer justicia a nuestros “Tango” en especial
al T-101 Full Range o al T-01 con woofer de 12”
En música de jazz, fusión,
clásica u ópera es imbatible: tiene el sonido de un buen valvular con gran cuerpo en medios y graves, gran tamaño
del escenario sonoro, agudos super detallados y musicales, gran neutralidad sin
coloraciones “durezas” molestas en la zona de las voces
En el amplificador "Murano", todo es correcto y
coherente

Amplificador Híbrido Murano
La
crítica y los especialistas lo ubicaron en el máximo nivel en Brasil y Argentina
Lea el Super Teste (Enero 2009) en la revista Audio&Video de Brasil (Resultado:
“Categoría ORO” Muy Recomendado) la más seria revista, consagrada al Hi End de
Sudamérica
Disfrute los excelentes comentarios de BACH y del Murano de los 3 periodistas
que escucharon todos los equipos Hi End en la “Hi Fi Show 2008” San Pablo
Lo que dicen los foros de todo Brasil sobre el Murano y el sonido de Willy
Pastrana “de lo mejor de Hi Fi Show 2008”
En Argentina en audioargentina.wordpress.com los comentarios del “Club de Audio
de Bs As” como uno de los mejores sonidos de Bs As en su nivel de precios
Mas detalles en wp-hometheater.com / Audio / Hi End
Adquiéralo en Bs As en Willy Pastrana Diseño en Hi End y Cinema
Rincón 474 Tel 4943-7251
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Comentários de la Hi Fi Show 2008 Sector Hi End
Por Fernando Andrette
Diretor da revista ÁUDIO&VÍDEO do Brasil
"Outra
sala que também me impressionou muito pela musicalidade e sinergia do sistema
foi a sala do Willy Pastrana. Era um sistema simples, minimalista, composto de
caixas Bach argentinas fabricadas pelo próprio Pastrana, cabos ingleses da Black
Rhodium CD player Áudio Analogue / Rossini, e
um amplificador dos deuses, em termos de musica, produzido no Uruguai Pastoral /Murano"
"Espero depois de Victor Mirol que já levou para teste o integrado Pastoral /Murano, poder escutá-lo em casa pois acho que uma boa parte daquele som celestial que escutei deriva dele"
"As caixas, cujo nome não poderia ser mais sugestivo, Tango 101 contam com dois falantes –o médio de kevlar e outro de cerâmica para os graves- o tweeter de ribbon, e integrado Pastoral valvulado hibrido de 35 Watts por canal."

Resumen Test de la revista Audio&Video de San Pablo

Amplificador Integrado Híbrido Murano
Por:
Víctor A. Mirol
(Director de la revista Audio&Video)
v.mirol@uol.com.br
vmirol@clubedoaudio.com.br
O integrado de que nos ocupamos hoje é, na definição do seu
criador – Fernando Chao –, um produto sul-americano. Com efeito, parte dos
componentes são fabricados no Brasil
(condensadores Epcos da Siemens que nada
têm a invejar aos BlackGate nem aos Auricap, transformadores toroidais de
alimentação
Toroid,
relés e placas de circuitos), alguns vêm do Uruguai (manufatura com madeiras,
chassis feitos em aço inoxidável mediante CNC, partes em alumínio e aço cromado,
além de todo o desenho e entalhes).
As partes como válvulas, semicondutores e
conectores provêem dos EUA, do Japão e de outros lugares da Ásia. Ao todo,
resulta que 80% provêm da região Sul da América (Brasil e Uruguai) e 20% de fora
dela.
A apresentação do Murano é extraordinariamente cuidada e de grande valor
estético.
Os
lados são de madeira laqueada (Roble
e
Haya
ou outras a pedido) realizados à mão com acabamento com lacas
italianas Milesi.
O desenho da caixa foi realizado por Christian Píriz.
Na parte
superior, sobre o aço inox emoldurado pela madeira, estão visíveis o par de
válvulas
6SN7-GT (NOS1 dos anos 1960 e 70) e a cobertura do transformador
toroidal.
Atrás deste, estão os quatro conectores de saída para cabos de
falantes tipo WBT de excelente qualidade, que permitem a conexão de
spades
ou bananas. Também vemos uma placa dourada com a marca Pastoral.
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Na parte traseira, vemos a entrada BNC de alimentação e as conexões RCA de entrada (três pares) e saída (para gravação ou simples saídas de linha), todas em conectores de muito boa qualidade banhados em ouro com dielétrico de Teflon.
Na frente, encontramos três chaves rotatórias. À esquerda, a
chave de liga-desliga. À direita, a chave seletora de entradas. No meio, um
grande botão que comanda o potenciômetro NOBLE de volume.
Todo o chassis está
suportado por quatro pés com bolas de aço-tungstênio com base de cortiça. Por
ser um integrado, possui uma etapa pré-amplificadora que utiliza dois duplos triodo 6SN7-GTB, preferidas pelo desenhista às clássicas 12AXT e 12AU7 ou, até,
à 6DJ8 (6922), cujos filamentos são alimentados por corrente contínua regulada,
para assegurar muito baixo ruído. Essas válvulas seguem a configuração ‘SRPP’,
preconizada por Jean Hiraga em
L’Audiophile
(que facilita a adequação da alta impedância de saída das
válvulas com a baixa de entrada dos circuitos de estado sólido) e sua reposição
está assegurada pelo fato de serem atualmente fabricadas na Rússia, na União
Européia e na China.
Essa etapa permite uma sensibilidade de 850 mV para
potência nominal. O seletor de entradas aciona relés comutadores.
A etapa de
saída utiliza (veja isso!) circuitos peracionais – e, como veremos, parece ser
certo nesse caso –, pois garantem menor distorção e maior transparência do que
os componentes discretos. Sua potência é de 35 W com carga de 8 Ohms (pode
trabalhar em até 4 Ohms, menos do que isso é desaconselhado).
1 NOS (New Old Stock, ou stock de antigas sem uso): termo que define – no caso das válvulas – unidades que nunca foram usadas e ficaram em stock desde a data de fabricação – que pode ser de décadas atrás – até o momento da venda atual.
Teste – Amplificador Integrado Híbrido Murano
A alimentação, objeto de cuidadoso desenho, foi construída em
torno de um transformador toroidal de grande capacidade e incorpora um retardo
de tempo que permite a estabilização dos circuitos antes de ligar o amplificador
às caixas, o que evita eventuais problemas criados pelas grandes diferenças de
tensão de alimentação entre os circuitos valvulados e os de estado sólido de
saída.
O único elemento da fonte compartilhado pelos dois canais é o
transformador, já que todos os outros componentes são separados. Existe uma
saída para gravação e, opcionalmente, o integrado pode vir com saída para
subwoofer
ativo.
O exemplar que nos chegou às mãos estava já amaciado.
Mesmo
assim, o submetemos a 100 horas de
burn-in
com carga fantasma resistiva.
O amplificador chegou exatamente no momento certo
para um teste de desafio, já que as minhas novas caixas Dynaudio Sapphire
estavam já bem amaciadas (mais de 350 horas) e eu já habituado com sua
sonoridade. Também as Krell Resolution 3 e as Dynaudio 25 Anniversary
foram
outro teste,
já que nenhuma delas é de alta eficiência (em torno de 88 dB) e
todas possuem divisores de freqüência de várias vias. Os cabos utilizados foram Purist Elementary Advance, Kimber 8TC e Black Rhodium Ninja.
Utilizamos tanto o
Sony XA-9000ES e o dCS p8i como o – também novo, já bem amaciado – dCS Puccini
ligados ao McIntosh MC200 e ao Audiopax Model 5 com cabos Black Rhodium Oratorio.
Desde o início, o Murano mostrou sua inequívoca categoria refinada na
sonoridade. Já no primeiro disco ouvido, o
So Real,
observamos o que seria a marca registrada desse amplificador: a magnífica
transparência do palco sonoro, o foco perfeito e os transientes de primeira
ordem aliados a um magnífico retrato da voz humana graças ao magnífico timbre de
seus médios.
Na faixa 3 percebemos perfeitamente a forma como o percussionista
toca os primeiros compassos e o momento em que entra o baixo, bem colocados cada
um no seu espaço e ouvindo claramente todas as sutis diferencias no toque do ximbal e da caixa, assim como as variações dinâmicas e o trabalho dos dedos do
contrabaixista.
Testamos o cabo de força Tranparente Audio PowerLink MM
alimentando o Puccini com imediato resultado em termos de claridade de palco,
imagem e silêncio.
Após alguns testes, escolhemos a configuração Puccini,
Tranparent PowerLink MM, Black Rhodium Polar Oratorio, McIntosh MC200, Sunrise
Illusion, ou depois, Audiopax Model 5 e, finalmente, direto ao Murano, Worldwire
Polaris, Murano, Sunrise Mainslink, Ninja, Sapphire. As Sapphire estavam a 3 m
uma da outra e de mim, com
toe-in
de 10-15 graus. Ouvindo o CD
Telarc SACD
Sampler 3
percebi, com surpresa, um palco sonoro muito parecido ao obtido
com os McIntosh, com tudo em escala um pouco menor, mas com qalidade similar.
Imagens focadas, com corpo harmônico correto com ar da ambiência e extensão e
harmônicos corretos e extensos com transientes também corretos. Os picos de
exigência dinâmica maiores criaram, naturalmente, sinais de alguma restrição do
palco. Nada que uma leve limitação do volume não resolvesse. Querendo testar a
extensão em graves e a capacidade dinâmica, fui para a faixa 4 (Papa was a
Rolling Stone).
Os baixos, com exceção de um leve predomínio da segunda
harmônica, eram, sim, profundos e com bom controle e perfeito equilíbrio com o
resto da instrumentação. A essa altura, decidi experimentar com a saída direta
do Puccini (ao fim, o Murano é
um integrado) e, usando o Black Rhodium Polar Oratorio obtive uma
combinação ideal, com aumento de nitidez dos transientes, foco e organicidade. O
ar aumentou, com claro benefício do palco sonoro. Como veremos em próximo
review
dos Black Rhodium, esses cabos ão capazes de grande velocidade,
transientes perfeitos e suave decaimento, de grande extensão nos extremos e
claridade do palco.
O Murano permitiu perceber essas características rapidamente
e que pudéssemos nos beneficiar delas. O preço que, às vezes, os Black Rhodium
cobram, em termos de menor corpo harmônico e leve
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Teste – Amplificador Integrado Híbrido Murano
tendência para enfatizar o extremo alto não foi tão evidente.
Para apreciar sua correção de fase, utilizamos as faixas de teste LEDR que estão
no disco de teste II da CAVI e obtivemos um resultado muito similar ao dos
McIntosh MC501. O palco sonoro é extenso com muito boas imagens centrais e
adequada profundidade, apesar de o fundo ser levemente plano.
Em Marcus Miller
ouvimos um palco sonoro que excede as caixas e se expande pelos lados da sala.
Também ouvimos os sobretons muito breves e agudos das chaves do sax que os Black
Rhodium permitem perceber quando o resto do sistema comporta essa velocidade de
transientes.
A voz humana é muito bem retratada e com muita organicidade,
como
vemos em Diane Shuur, assim como o timbre das trompas na introdução da faixa 5.
Em Christine Duncan observamos – além do magnífico timbre da voz – um recorte
muito preciso, embora o decaimento nas notas instrumentais seja um pouco mais
curto em comparação ao McIntosh MC501.
O corpo harmônico de vozes e instrumentos
é bem dimensionado, como vemos em Mike Stern e no grupo de cordas tocando Villa
Lobos e em Light my Fire cantado por Patricia Barber. Joe Williams é retratado
com o adequado calor e sonoridade cheia que fazem a uma sensação de realidade
cativante, sem cair em absoluto na sonoridade ‘quente’ ou pesada nos médios
baixos que, pelo contrário, são claros e sem exageros. A dinâmica é suficiente
no macro, como percebemos ao ouvir com as Sapphire num nível similar de volume
sonoro ao que uso habitualmente, embora se note alguma compressão incipiente nas
passagens mais enérgicas, como em Zappa.
A microdinâmica é, não obstante, de
excelente nível. A textura instrumental é excelente,
levemente menos
satisfatória – no limite – é a percepção da
instrumentação quando muito
complexa.
Uma qualidade do Murano é a capacidade de se mostrar orgânico quando
necessário, como na audição do belíssimo novo CD do grupo De Puro Guapos (Com
Toda
a Corda),
gravado e masterizado por Homero Lotito e recémlançado pela LUA.
A sonoridade de
um quinteto de cordas com seção rítmica de piano e ontrabaixo, acentos de
clarinete e condução e integração sonora de
bandoneón
numa série de tangos clássicos executando arranjos
complexos é uma boa prova para componentes de áudio. O Pastoral saiu-se muito
bem, tocando na mesma sala de referência de minha casa, onde foram realizados e
gravados inúmeros ensaios do grupo prévios à gravação do CD, em especial no
quesito timbre, organicidade e textura.
Prova de fogo aprovada! Mostrou que, sem
ser excessivamente sensível a cabos, beneficiou-se com a combinação Black
Rhodium Oratorio de interconexão e Purist Elementary Advance nas caixas. Porém,
isso dependerá da fonte e das caixas utilizadas, inalmente. Van den Hul The
Second e Black Rhodium Ninja foram, também, uma boa combinação.
O Murano é uma peça única de
design
clássico e, ao mesmo tempo, moderna, tanto na concepção
eletrônica como no material utilizado. Seu visual é impecável e fácil de
combinar no ambiente. De potência um pouco limitada para os padrões habituais, é
capaz de tocar caixas
de sensibilidade média com garbo, desde que se tome o cuidado de não carregá-lo
com impedâncias abaixo de 4 Ohms.
Sua sonoridade poderá fazer a delícia de
qualquer mitômano ou audiófilo, em especial se utilizado com caixas sensíveis ou
em ambientes não muito grandes. Seus pontos fortes são o equilíbrio tonal, o
palco sonoro e a qualidade tímbrica.
Por ser um integrado, seu custo-benefício é
alto. Beleza visual e musical, deve ser considerado nas opções de compra de
qualquer amante da música. Boas Músicas!
Discografia: CDs Estéreo:
Todos os discos da metodologia da revista (mencionados no site) e mais: Com a Corda Toda (De Puro Guapos), LUA 255 (CD comercial e master convertida de 24/192 a 24/96)
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MURANO
EQUÍLIBRIO
TONAL
8,7
TOTAL
70,9 |
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Importador:
Bach/Buenos
Aires Craft Hi-End
Revendedor no Brasil: Sunrise Lab
(11) 5594-8172
Preço Médio: US$ 4.800
Características técnicas:
Potência: 2 x 35 W RMS em 8 Ohms.
Conectores
spade
e banana.
Pré-amplificador: 2 x 6SN7-GT (‘NOS’ GE USA)
Entradas: três, estéreo (RCA) com conectores
banhados a ouro, comandadas por relés.
Saídas: estéreo de linha;
subwoofer
(opcional)
Relação sinal/ruído: 95 dB
Resposta: 10 - 70.000 Hz, ± 1 dB
Controles:
power
(com retardo de um minuto),
seletor das três entradas, volume
(potenciômetro ‘Noble’)
Fonte de alimentação com transformador
toroidal ‘Toroid’,
220/110 VAC
Apoios anti-vibratórios.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Opus 3 Test Record 4,
Test CD
4 (CS-SACD)
Joe Williams,
Noti’n but the
Blues,
Delos (CD)
Tango,
Bibi Ferreira e Miguel
Proença, Biscoito Fino, BF 626
(CD)
Belafonte at Carnegie Hall,
LSOCD 5005 (CD)
The Weavers at Carnegie Hall,
Analogue Productions APF 005
(LP) – APFCD 005 (CD)
Sheherezade
(Ansermet), DECCA
470253-2 (CD)
SACDs estéreo/multicanal:
So Real,
DMP SACD-15 (SACD
Multicanal)
Audiophile Reference IV,
FIM
SACD 829 (SACD)
Live at the Pawnshop,
Opus 3
19911 (SACD)
Bob Mintzer Big Band,
DMP
SACD 12 (SACD)
Live At The Pawnshop,
OPUS3
CD 1991-1 (SACD)
TELARC SACD Sampler 3,
TelarcS
ACD 63008 (SACD Multicanal)Diana
Krall,
VERVE B02293-36
(SACD Multicanal)
Equipamento associado:
Analógico: Rega P9, braço Rega 1000, cápsula van den Hul
The
Frog,
Sumiko Blue Point Special, em suspensão 3 Hz, base dedicada, Rega Planar 25, (OriginLive),
Pré de fono DACT 100.
Digital: dCS Puccini, dCS p8i, Sony XA9000ES ES, DVD Denon 2910,
media Center
montado sobre gabinete Zalman 500, RME Fireface 800 Pré: McIntosh C200, Audible
Illusions Mod 3a, Audiopax Model 5.
Amps:
monoblocks
Mc Intosh C-501, Mc Cormack DNA-1 de Luxe Ed, Audiopax Modek 88 Mk II
Caixas: Dynaudio Sapphire, Krell Resolution 3,
subwoofer
REL Stadium II
Cabos: (interconexão) Purist Venustas balanceado, Black Rhodium Oratorio
balanceado e
single,
Nordost Red Dawn,
WireWorld Eclipse e Polaris,
Cardas G-Master Reference II L,van
den Hul The Second; (caixas): Black Rhodium Ninja, Purist Audio Elementary
Advance, Kimber 8TC,
spades
e
bananas WBT Top Line; (força): Transparent Audio Power Link MM, van den Hul
Mainserver, Sunrise Mainslink e Illusion, Furutech Reference.
Auxiliar: JVC EX-A1 e EX-A3
Víctor A. Mirol (Director de la revista Audio&Video)
v.mirol@uol.com.br
vmirol@clubedoaudio.com.br
COMETARIOS EM FOROS HI FI SHOW
As caixas Tango, do amigo Wille Pastrano foram uma surpresa
agradabilíssima, especialmente tocadas com aquele integrado Pastoral,
inacreditáveis 35 w por canal, de muita musicalidade, arejamento,
equilíbrio tonal, formação de palco. Gostei muito do sistema.
http://www.htforum.com/vb/showthread.php?t=78737&highlight=show+2008&page=22
FOTOS:
http://www.htforum.com/vb/showthread.php?t=82648&page=2
As Tangos, com o integrado híbrido Uruguaio, mostraram
uma musicalidade ímpar em todos os exemplos demonstrados por seu simpático
expositor. Foi uma das salas que fiquei mais tempo ouvindo música.
http://www.htforum.com/vb/showthread.php?t=78737&highlight=show+2008&page=23
Meus destaques pessoais foram as caixas Tango com eletrônica Uruguaia.
Uma delícia de som. Como o Hernani falou, dava prá ficar horas ouvindo.
Pena o visual um pouco exagerado, mas nada que comprometesse uma eventual
compra (se eu tivesse grana, é claro).
http://www.htforum.com/vb/showthread.php?t=78737&highlight=show+2008&page=23
Os únicos sistemas que me pareceram corretamente
instalados e amaciados foram os da Logical e o dos Argentinos, os dois
sistemas do Vlamir estavam tocando muito, principalmente O MBL 7008 com
Cary 306 e As cxs MBL(que palco absurdo), já as helicon pelo preço
imbativeis(pelo menos na feira).
Tel: 4943-7251/ Fax: 4943-0007
Dirección: Rincón 474, (1081) Capital. Bs. As. ARGENTINA
Martes a
Viernes de 17 a 20 hs, Sábado de 11 a 13 hs.
Información general: mailme@wp-hometheater.com